Warning: include(contador.php) [function.include]: failed to open stream: No such file or directory in /home/minds/public_html/includes/menu.php on line 122

Warning: include(contador.php) [function.include]: failed to open stream: No such file or directory in /home/minds/public_html/includes/menu.php on line 122

Warning: include() [function.include]: Failed opening 'contador.php' for inclusion (include_path='.:/usr/lib/php:/usr/local/lib/php') in /home/minds/public_html/includes/menu.php on line 122
O Problema da Governabilidade Numa Política Global

Prof. Peter Evans
Date: De 18 a 29 de Junho, 2001


Objetivo

O curso examinará instituições governamentais ao nível global e nacional, assim como suas interações atuais e a política de uma possível evolução comum no futuro. Ao invés de enfocar a disciplina de “relações internacionais” que salienta os conflitos políticos/militares e a segurança, nós vamos direcionar nossa atenção às instituições de governabilidade econômica – principalmente as instituições “Bretton Woods.” O propósito é de levantar dúvidas com relação a duas questões básicas: 1) A atual infra-estrutura institucional da economia global é adequada para assegurar a estabilidade e o crescimento do sistema comercial mundial? 2) Essa infra-estrutura também é capaz de melhorar (ou manter) as condições de vida dos cidadãos comuns do mundo? Em decorrência da análise destas duas perguntas, o curso chegará a uma terceira questão: Seria possível reconstruir as instituições atuais para realizar um sistema de governo global mais adequado?

Organização

As aulas fundamentais do curso, lecionadas por Peter Evans, consistirão de períodos de 4 horas durante 8 dias. Cada período de 4 horas será dividido em duas partes. Cada parte consistirá de uma hora de aula por Evans seguida de um período interativo de uma hora no qual Evans conduzirá discussões e debates sobre o tema da aula, baseados, em parte, nas perguntas dos alunos. Haverá um intervalo curto entre as duas partes da aula. As outras 13 horas serão lecionadas em grupos pequenos (de 5 a 6 pessoas por grupo) por um ou mais dos Professores Assistentes, via Internet. Aqueles alunos que desejarem receber o certificado integral do curso terão que escrever ensaios de 2000 palavras sobre um tema pre-estabelecido e acompanhados de uma lista de leitura. Esses ensaios serão avaliados e comentados pelos Professores Assistentes. Evans estará disponível, para perguntas ou contatos, através de e-mail.

 


Conteúdo e Bibliografia do Curso:

• Cada sessão = uma aula de 4 horas.
• Leituras = matéria que será discutida na aula. Todos os participantes do curso são responsáveis pela leitura desse material antes da aula.
• Bibliografia suplementar = matéria que é relevante ao tema, mas não é um pré-requisito para a participação na sessão.



1ª Sessão - O Problema da Governabilidade numa Economia Política Global.

O sucesso (limitado) do embedded liberalism e as instituições de Bretton Woods. Os fracassos da globalização: desigualdade (entre e dentro das nações); volatilidade; o crescimento medíocre. O ressurgimento e o re-dimensionamento do “problema Polanyiano.”

Leituras: [* = disponível através do WEB]
Ruggie, John.1982. “International regimes, transactions and change: embedded liberalism in the postwar economic order,” International Organization, 36(2)[Spring].
Polanyi, Karl. The Great Transformation: The Political and Economic Origins of Our Time. (Boston: Beacon Press, 1957) Parts I and III (chpts 1-2 and 19-21) pp. 3-30; 223-258.
* Block, Fred, “Introduction” (to 2001 edition of Polanyi’s The Great Transformation)
http://sociology.berkeley.edu/faculty/evans/index.html ]

*Wade, Robert. 2001. “Is Globalization Making World Income Distribution More Equal?” [longer version of “Winners and losers”, Economist, 28 April, 2001]

Bibliografia suplementar:

Korzeniewicz, R.P. and T.P. Moran, 1997. “World -Economic Trends in the Distribution of Income, 1965-1992" American Journal of Sociology 102, 4, 100-1039.

Rodríguez, Francisco and Rodrik Dani. 1999. "Trade Policy and Economic Growth: A Sceptic's Guide to the Cross-National Evidence", NBER paper no. 7081

Rodrik, D., 1997. Has Globalization Gone Too Far? Washington, DC: Institute for International Economics.

Rodrik, D. 1999. The New Global Economy and Developing Countries: Making Openness Work.

Policy Essay #24 Washington, DC: Overseas Development Council [Johns Hopkins University Press]

2ª Sessão - Globalização: Estrutura Inevitável ou Consequência da Matriz Institucional?

O padrão atual da Globalização se apresenta no imaginário popular e nas várias análises acadêmicas como resultado inevitável das forças tecnológicas ou da eficiência econômica. Uma reflexão mais cuidadosa sugere que existem várias trajetórias possíveis de globalização, incluindo algumas “mais eficientes” do que a atual, e que o caminho da globalização depende da matriz institucional. Esta hipótese levanta por sua vez a possibilidade de construir um quadro institucional a nível global que prosseguiria um caminho de globalização menos desigual, com mais segurança pessoal e proteção social.

Leituras: [* = disponível através do WEB]
Chang, Ha-Joon and Peter Evans. 2000. “The Role of Institutions in Economic Change” paper presented at Conference on “The Other Canon and Economic Development,” Oslo, Norway, August 14-15th, 2000. pp. 1-22.

*Stewart, Frances. 1999. “Income distribution and development,” Paper prepared for the UNCTADX High Level Roundtable. [http://www.unctad-10.org/pdfs/ux_tdxrt1d1.en.pdf]

*Rodrik, Dani. 1999. “Institutions for High-quality Growth: What They Are and How to Acquire Them” (published version in Studies in Comparative International Development, 2001) [www.ksg.harvard.edu/rodrik ]

*UNDP, Human Development Report, 1999. [ Human Development and Globalization] (Oxford University Press, 1999) [http://www.undp.org/hdro/99.htm]

Bardhan, Pranab. 2000. “Social Justice in the Global Economy” International Institute for Labour Studies, ILO Geneva, Switzerland. [lectures delivered at the University of the Western Cape, South Africa, 1-6 September]

Bibliografia suplementar:

Barnett, Michael and Martha Finnemore, 1999. “The Politics, Power and Pathologies of International Organizations” (unpublished Ms.)

Ruggie, John. Constructing the World Polity: Essays on International Insitutionalization. New York: Routledge).

Stiglitz, Joseph. “Democratic Development as the Fruits of Labor” (Keynote Address Industrial Relations Research Association, Boston, January, 2000)

STIGLITZ, JOSEPH E. 2000. “GLOBALIZATION AND GROWTH IN EMERGING MARKETS” Unpublished Ms.

3ª Sessão - O Papel do Estado Nacional na Economia Globalizada: Argumentos Gerais

O Estado “evaporou-se,” foi superado, ou “abdicou” do seu papel? A internacionalização forçada da governabilidade nacional. As possibilidades para relações positive-sum e complementares entre as instituições de governabilidade nacional e global.

Leituras: [* = disponível através do WEB]

* Evans, Peter 1997. “The Eclipse of the State? Reflections on Stateness in an Era of Globalization” World Politics 50, 1, 62-87. draft version available at http://sociology.berkeley.edu/faculty/evans/index.html ]

Evans, Peter. 1995. “A nova internacionalização” Capítulo 8 do Autonomia e Parceria [ tradução de chapter 8 Embedded Autonomy: States and Industrial Transformation. Princeton, NJ: Princeton University Press.]

Wade, Robert. 1996. "Globalization & Its Limits: Reports of the Death of the National Economy are Greatly Exaggerated," pp. 60-88 in Suzanne Berger and Ronal Dore (eds.), National Diversity and Global Capitalism. Ithaca, NY: Cornell University

Bibliografia suplementar:

Cable, Vinccent. 1995. "The Diminished Nation State: A Study in the loss of Economic Power," Daedalus 24:(2)[spring]: 23-54.

Chang, H-J. & R. Rowthorn (eds.). 1995. The Role of the State in Economic Change, Oxford: Oxford University Press.

Meyer, John. 1980. "The World Polity and the Authority of the Nation_State." In Albert Bergesen (ed.) Studies in the Modern World System. New York: Academic Press.

Strange, Susan. 1995. "The Defective State," Daedalus 24:(2)[spring]: 55-74.

World Bank, World Development Report 1997: The State in a Changing World. ( New York: Oxford University Press, 1997)

4ª Sessão - O Estado Nacional na Economia Globalizada: A Crise Financeira Asiática como Estudo de Caso.

Quais as lições da crise financeira asiática para nosso entendimento do papel do Estado numa economia globalizada? Nesta sessão focalizamos o caso coreano como “ideal type” da crise. Vamos defender a tese de que a crise desembocou na Coréia não como resultado das falhas do “Estado desenvolvimentista” mas como o resultado da decisão (por razões políticas da parte do regime coreano) de abandonar as práticas “desenvolvimentistas.” Portanto, se existe uma lição a ser aprendida neste caso é que a governabilidade ao nível global precisa de aliados fortes ao nível do Estado nacional.

Leituras: [* = disponível através do WEB]

Chang, Ha-Joon and Peter Evans. 2000. “The Role of Institutions in Economic Change” paper presented at Conference on “The Other Canon and Economic Development,” Oslo, Norway, August 14-15th, 2000. pp. 23-46.

Evans, Peter. 1995. “Repensando a Autonomia e Parceria” Capítulo 10 do Autonomia e Parceria [tradução de Embedded Autonomy: States and Industrial Transformation. Princeton, NJ: Princeton University Press.]

Wade, Robert. 1999. “Lessons from the Asian Crisis” Paper for Asian Development Bank annual meeting, April 30, 1999, panel on “Is this the end of the Asian model?”

Bibliografia suplementar:

Amsden, A.(1991) “The Specter of Anglo-Saxonization is Haunting South Korea” in L. Cho and Y. Kim (eds.), Korea’s Political Economy – An Institutionalist Perspective, Boulder: Westview Press.

Amsden, A. and Y. Euh (1990) “Republic of Korea's financial reform: What are the lessons?”, Discussion Paper, no. 30, United Nations Conference on Trade and Development (UNCTAD), Geneva.

Chang, H-J. (2000c). “The Hazard of Moral Hazard – Untangling the Asian Crisis”, World Development, vol. 28, no. 4.

Chang, H-J. (1998) “Korea: The Misunderstood Crisis”, World Development, vol. 26, no. 8.

Chang, H-J., H-J. Park. And C. G. Yoo (1998) “Interpreting the Korean Crisis: Financial Liberalisation, Industrial Policy, and Corporate Governance”, Cambridge Journal of Economics, vol. 22, no. 6.

* Rodrik, D. and Ethan Kaplan. 2001. “Did Malaysian the Capital Controls Work?” presented at the Technical Group Meeting of the Group of 24 (Developing Countries) in Washington, DC. April 18, 2001. [www.ksg.harvard.edu/rodrik ]

Stiglitz, Joseph E. 2000. “Capital Market Liberalization, Economic Growth, and Instability” Unpublished Ms.

Wade, Robert. 1998. “The Asian Debt and Development Crisis of 1997- ?: Causes and Consequences,” World Development 26(8): 1535-1553

5ª Sessão - O Quadro Institucional Atual I: O FMI (Fundo Monetário Internacional).

O FMI talvez seja a mais poderosa das instituições de governabilidade econômica global. Explicitamente não democrático (no sentido de “um país, um voto”), ele representa o ideal de governo global do ponto de vista dos países ricos: Eles têm o poder dentro desta instituição e, além disso, o poder desta instituição é dirigido à disciplina (fiscal) dos países pobres. Apesar disso, o FMI se sente sob o ataque dos conservadores nos EUA (por exemplo no “Meltzer Commission Report”). Ao mesmo tempo, as políticas do FMI são fortemente criticadas pelos economistas mais sofisticados (e.g. Stiglitz) e os resultados dos seus programas nos países pobres geralmente não atingem as metas desejadas. Desta forma, o FMI representa um caso clássico dos problemas das instituições de governabilidade econômica global. Economicamente ineficaz e politicamente vulnerável ele aparece como um alicerce institucional fraco para um empreendimento econômico de alcance global. É possível reconstruí-lo? Ou devemos considerar sua fraqueza como um reflexo da fraqueza da economia global?

Leituras: [* = disponível através do WEB]

*Eichengreen, Barry. 1999. “The International Monetary Fund in the Wake of the Asian Crisis” (unpublished ms) http://elsa.berkeley.edu/users/eichengr/melbourne.pdf

*Evans, Peter and Martha Finnemore. 2001. “Organizational Reform and the expansion of the South’s Voice at the Fund” (with Martha Finnemore) presented at the Technical Group Meeting of the Group of 24 (Developing Countries) in Washington, DC. April 18, 2001.
[http://ksghome.harvard.edu/~.drodrik.academic.ksg/G24Papers.htm ]

Finnemore, Martha. 2000. “Expertise and Bureaucratic Power at the International Monetary Fund.” unpublished manuscript.

Bibliografia suplementar:

Bhagwati, Jagdish, 1998. “The Capital Myth: The Differences Between Trade in Widgets and Trade in Dollars,” Foreign Affairs, 77, 7-12.

De Gregorio, Jose, Barry Eichengreen, Takatoshi Ito, and Charles Wyplosz.. 1999. An Independent and Accountable IMF. London: CEPR Press.

Eichengreen, Barry. 1999. Toward A New International Financial Architecture: A Practical Post_Asia Agenda, IIE Press.

________ . 2000. “Can the Moral Harzard Caused by IMF Bailouts be reduced,” (Geneva Reports on the World Economy Special Report #1) Geneva, Switzerland: International Center for Monetary and Banking Studies.

Kapur, Devesh. 2000. “Risk and Reward:Agency, Contracts, and the Expansion of IMF Conditionality” (Draft prepared for workshop on the Political Economy of International Monetary and Financial Institutions)

Killick, Tony. 1995. IMF Programmes in Developing Countries, London: Routeledge.

U.S. Senate, Committee on Foreign Relations. 2000. Report of the International Financial Institution Advisory Commission [Meltzer Report]. Washington, DC.


6ª Sessão - O Quadro Institucional Atual II: O Banco Mundial

A missão do Banco Mundial é mais difusa do que aquela do FMI, consequentemente é mais difícil exercer uma disciplina organizacional e ideológica. Todavia, as forças que determinam políticas da instituição replicam a dinâmica do FMI. A regulamentação formal do poder favorece os países ricos enquanto as relações informais entre os países ricos e a gerência do Banco reforçam a estrutura do poder formal. A grande diferença é que a missão do Banco – aliviar a pobreza nos países pobres – é mais difícil apresentar como empreendimento “técnico” que não depende fundamentalmente da colaboração dos países e grupos sociais locais. O Banco, então, apresenta tendências a implementar políticas alternativas mais amplas de desenvolvimento. Ao mesmo tempo, o capital transnacional tem o mínimo de interesse nas funções do Banco (em contraste com o FMI), tornando o Banco ainda mais vulnerável. Será que o Banco poderia democratizar-se sem ser extinguido?

Leituras: [* = disponível através do WEB]

*Wade, Robert. 2001. “The World Bank as a Necessarily Unforthright Organization” presented at the Technical Group Meeting of the Group of 24 (Developing Countries) in Washington, DC. April 18, 2001.
[ http://ksghome.harvard.edu/~.drodrik.academic.ksg/G24Papers.htm ]

*_______. 2000. Wade, Robert, “US Hegemony and the World Bank: Stiglitz’s Firing and Kanbur’s Resignation,”
[http://sociology.berkeley.edu/faculty/evans/index.html under Sociology 280H] [ final version, New Left Review, December 2000]

*Woods, Ngaire. 2001. “Making the IMF and the World Bank more Accountable”
[final version published in International Affairs, January 2001] [http://users.ox.ac.uk/~ntwoods/]

*Woods, Ngaire. 2000. “The World Bank: Challenges of Multilateralism and Governance” [ final version appearing in Chris Gilbert and David Vines, The World Bank: Policies and Structure. Cambridge: Cambridge University Press.] [http://users.ox.ac.uk/~ntwoods/]


Bibliografia suplementar:

Fox, Jonathan and David Brown, eds. 1998. The Struggle for Accountability: the World Bank, NGO's and Grassroots Movements. Cambridge, MA: MIT Press.

Gilbert, Chris and David Vines. 2000. The World Bank: Structures and Policies. Cambridge: Cambridge University Press.

Kapur, Devesh. 2001. “The Common Pool Dilemma of Global Public Goods: Lessons from the World Bank’s Net Income and Reserves” Unpublished Ms.

Kapur, Devesh, John Lewis and Richard Webb. 1997. The World Bank: It’s first Fifty Years [2 Vols.] Washington, DC: The Brookings Institution

Miller-Adams, Michelle. 1999. The World Bank: New Agendas in a Changing World. London: Routledge.

7ª Sessão - O Quadro Institucional Atual III: A Organização Mundial do Comércio (WTO/OMC)

O novo companheiro dos “gêmeos de Bretton Woods” tem o potencial de ser o mais poderoso. O mandato é extremamente amplo, indicando uma nova expansão de controle global sobre as políticas anteriormente consideradas “domésticas.” Os direitos de propriedade intelectual (TRIPS), as normas de saúde (e.g. “phyto-sanitary”), e as normas ambientais são todas consideradas “relacionadas ao comércio internacional (trade-related)” e portanto sujeitos ao domínio da OMC. Essa expansão abriu também a possibilidade interessante de reforçar direitos básicos de trabalho através da OMC, e essa última possibilidade será o foco de nosso debate.

Leituras: [* = disponível através do WEB]

*Evans, Peter. 2000. “Economic Governance Institutions in a Global Political Economy: Implications for Developing Countries.” paper presented at the High-Level Round Table at UNCTAD X (Tenth Session of the United Nations Conference on Trade and Development) in Bangkok, Thailand, February.
[http://www.unctad-10.org/pdfs/ux_tdxrt1d5.en.pdf] draft version at [http://sociology.berkeley.edu/faculty/evans/index.html] [see also Chang & Evans above pp. 47-64]

Howse, Robert and Brian Langille, 2000. The World Trade Organization and Labor Rights

Paper presented at Conference on “Work and Social Citizenship in a Global Economy” University of Wisconsin, Madison, November 10-11, 2000.

Bibliografia suplementar:

Blackhurst, Richard. 1997. “The WTO and the Global Economy,” in World Economy, 20:527-544.

Krueger, Anne. (ed.) 1998. The WTO as an International Organization. Chicago, IL: University of Chicago Press.

Haworth, N. and S. Hughes (1997) “Trade and International Labor Standards: Issues and Debates over Social Clause,” The Journal of Industrial Relations 39(2)[June]: 179-195.

Lee, Eddy, “Globalization and Labor Standards: a review of issues,” International Labour
Review, Volume 136, Number 2, 1997.

OECD, Trade, Employment and Labor Standards: A Study of Core Workers' Rights and International Trade, Paris, 1996.

Palley, T.I., Elizabeth Drake, Thea Lee (1999) “The Case for Core Labor Standards in the International Economy: Theory, Evidence, and a Blueprint for Implementation.” (A Report submitted to the International Financial Advisory Commission of the Department of the Treasury) (AFL-CIO: Washington, DC)

Ruggie, JG. (1994) “At Home Abroad, Abroad at Home: International Stability and Domestic Stability in the New World Economy,” Millennium: Journal of International Studies 24(3):507-526.

Wallach, Lori and Michelle Sforza. 1999. Whose Trade Organization?: Corporate Globalization and the Erosion of Democracy. Washington, DC: Public Citizen.

8ª Sessão - Movimentos para Outras Formas de Governabilidade Econômica Global

Considerando o papel tão amplo destas instituições na construção das condições de vida dos cidadãos do mundo, sobretudo nos países do terceiro mundo, temos que levantar a possibilidade de introduzir um nível maior de acesso para os grupos afetados. A maneira mais eficaz de realizar esta meta seria a verdadeira democratização dos governos nacionais. No entanto, numa economia política globalizada vale a pena também ressaltar a possibilidade de movimentos sociais transnacionais, que teriam uma voz ativa perante as instituições de governo global e, na melhor das hipóteses, uma atuação positiva no sentido de conseguir aquele caminho de globalização desejado – menos desigual, com mais segurança pessoal e proteção social.

Leituras: [* = disponível através do WEB]

*Bezudienhout, Andries. 2000. “Towards Global Social Movement Unionism? Trade Union Responses to Globalization in South Africa,” Discussion Paper 115-2000, ILO, International Institute for Labour Studies, Labour and Society Program. (40pp)
[http://sociology.berkeley.edu/faculty/evans/index.html under Sociology 280H]

*Evans, Peter. “Fighting Marginalization with Transnational Networks: Counter-Hegemonic Globalization” Contemporary Sociology 29(1):230-241 (January, 2000) [draft version at http://sociology.berkeley.edu/faculty/evans/index.html under Sociology 280H] [see also Chang & Evans above pp. 65-73]

Keck, Margaret and Kathryn Sikkink, Chapt. 1 “Transnational Advocacy Networks in International Politics” (pp. 1-39) and Chapt. 4 “Environmental Advocacy Networks” (p.121-165) Activists Beyond Borders: Transnational Advocacy Networks in International Politics. Cornell University Press, 1998



Bibliografia suplementar:

Alvarez, Sonia E., "Latin American Feminisms 'Go Global': Trends of the 1990s and Challenges for the New Millennium," Cultures of Politics-Politics of Culture: Re-visioning Latin American Social Movements, Alvarez, Dagnino, and Escobar, eds., (Boulder, CO: Westview Press) 1998.

Boli, John and George M. Thomas, eds. 1999. Constructing World Culture: International Nongovernmental Organizations Since 1875. Stanford University Press.

Gordon & Turner (Eds.). 2000. Transnational Cooperation Among Labor Unions. Ithaca: Cornell University Press.

Haas, Peter. 1992. “Banning Clorofluorocarbons: Epistemic Community Efforts to Protect Stratospheric Ozone.” International Organization. 46(1)[Winter].

Kabeer, Naila. 1994. Reversed Realities: Gender Hierarchies in Development Thought. Verso.
Meyer, John, et.al. 1997. “The Structuring of a World Environmental Regime, 1870-1990," International Organization 51(4)[Autumn]:623-651.

*Thayer, Millie. “Transnational Feminism: Reading Joan Scott in the Brazilian Sertão” (Ethnography, #4, June 2001).
[http://sociology.berkeley.edu/faculty/evans/index.html]

Wapner, Paul. 1995. "Politics Beyond the State: Environmental Activism and World Civic Politics," World Politics 47(3)[April].

Home | Who we are | Focus | Events |Related Events |
Courses |Usefull links | Sitemap