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Conteúdo e Bibliografia do Curso:
• Cada sessão = uma aula de 4 horas.
• Leituras = matéria que será
discutida na aula. Todos os participantes do curso
são responsáveis pela leitura desse
material antes da aula.
• Bibliografia suplementar = matéria
que é relevante ao tema, mas não
é um pré-requisito para a participação
na sessão.

1ª Sessão - O Problema da Governabilidade
numa Economia Política Global.
O sucesso (limitado) do embedded liberalism e
as instituições de Bretton Woods.
Os fracassos da globalização: desigualdade
(entre e dentro das nações); volatilidade;
o crescimento medíocre. O ressurgimento
e o re-dimensionamento do “problema Polanyiano.”
Leituras: [* = disponível através
do WEB]
Ruggie, John.1982. “International regimes,
transactions and change: embedded liberalism in
the postwar economic order,” International
Organization, 36(2)[Spring].
Polanyi, Karl. The Great Transformation: The
Political and Economic Origins of Our Time.
(Boston: Beacon Press, 1957) Parts I and III (chpts
1-2 and 19-21) pp. 3-30; 223-258.
* Block, Fred, “Introduction” (to
2001 edition of Polanyi’s The Great
Transformation)
http://sociology.berkeley.edu/faculty/evans/index.html
]
*Wade, Robert. 2001. “Is Globalization Making
World Income Distribution More Equal?” [longer
version of “Winners and losers”, Economist,
28 April, 2001]
Bibliografia suplementar:
Korzeniewicz, R.P. and T.P. Moran, 1997. “World
-Economic Trends in the Distribution of Income,
1965-1992" American Journal of Sociology
102, 4, 100-1039.
Rodríguez, Francisco and Rodrik Dani. 1999.
"Trade Policy and Economic Growth: A Sceptic's
Guide to the Cross-National Evidence", NBER
paper no. 7081
Rodrik, D., 1997. Has Globalization Gone Too
Far? Washington, DC: Institute for International
Economics.
Rodrik, D. 1999. The New Global Economy and
Developing Countries: Making Openness Work.
Policy Essay #24 Washington, DC: Overseas Development
Council [Johns Hopkins University Press]
2ª Sessão - Globalização:
Estrutura Inevitável ou Consequência
da Matriz Institucional?
O padrão atual da Globalização
se apresenta no imaginário popular e nas
várias análises acadêmicas
como resultado inevitável das forças
tecnológicas ou da eficiência econômica.
Uma reflexão mais cuidadosa sugere que
existem várias trajetórias possíveis
de globalização, incluindo algumas
“mais eficientes” do que a atual,
e que o caminho da globalização
depende da matriz institucional. Esta hipótese
levanta por sua vez a possibilidade de construir
um quadro institucional a nível global
que prosseguiria um caminho de globalização
menos desigual, com mais segurança pessoal
e proteção social.
Leituras: [* = disponível
através do WEB]
Chang, Ha-Joon and Peter Evans. 2000. “The
Role of Institutions in Economic Change”
paper presented at Conference on “The Other
Canon and Economic Development,” Oslo, Norway,
August 14-15th, 2000. pp. 1-22.
*Stewart, Frances. 1999. “Income distribution
and development,” Paper prepared for the
UNCTADX High Level Roundtable. [http://www.unctad-10.org/pdfs/ux_tdxrt1d1.en.pdf]
*Rodrik, Dani. 1999. “Institutions for High-quality
Growth: What They Are and How to Acquire Them”
(published version in Studies in Comparative
International Development, 2001) [www.ksg.harvard.edu/rodrik
]
*UNDP, Human Development Report, 1999.
[ Human Development and Globalization] (Oxford
University Press, 1999) [http://www.undp.org/hdro/99.htm]
Bardhan, Pranab. 2000. “Social Justice in
the Global Economy” International Institute
for Labour Studies, ILO Geneva, Switzerland. [lectures
delivered at the University of the Western Cape,
South Africa, 1-6 September]
Bibliografia suplementar:
Barnett, Michael and Martha Finnemore, 1999.
“The Politics, Power and Pathologies
of International Organizations” (unpublished
Ms.)
Ruggie, John. Constructing the World Polity: Essays
on International Insitutionalization. New York:
Routledge).
Stiglitz, Joseph. “Democratic Development
as the Fruits of Labor” (Keynote Address
Industrial Relations Research Association, Boston,
January, 2000)
STIGLITZ, JOSEPH E. 2000. “GLOBALIZATION
AND GROWTH IN EMERGING MARKETS” Unpublished
Ms.
3ª Sessão - O Papel do Estado
Nacional na Economia Globalizada: Argumentos Gerais
O Estado “evaporou-se,” foi superado,
ou “abdicou” do seu papel? A internacionalização
forçada da governabilidade nacional. As
possibilidades para relações positive-sum
e complementares entre as instituições
de governabilidade nacional e global.
Leituras: [* = disponível através
do WEB]
* Evans, Peter 1997. “The Eclipse of the
State? Reflections on Stateness in an Era of Globalization”
World Politics 50, 1, 62-87. draft version
available at http://sociology.berkeley.edu/faculty/evans/index.html
]
Evans, Peter. 1995. “A nova internacionalização”
Capítulo 8 do Autonomia e Parceria [ tradução
de chapter 8 Embedded Autonomy: States and
Industrial Transformation. Princeton, NJ:
Princeton University Press.]
Wade, Robert. 1996. "Globalization &
Its Limits: Reports of the Death of the National
Economy are Greatly Exaggerated," pp. 60-88
in Suzanne Berger and Ronal Dore (eds.), National
Diversity and Global Capitalism. Ithaca,
NY: Cornell University
|
| Bibliografia
suplementar:
Cable, Vinccent. 1995.
"The Diminished Nation State: A Study in
the loss of Economic Power," Daedalus 24:(2)[spring]:
23-54.
Chang, H-J. & R. Rowthorn (eds.). 1995. The
Role of the State in Economic Change, Oxford:
Oxford University Press.
Meyer, John. 1980. "The World Polity and
the Authority of the Nation_State." In Albert
Bergesen (ed.) Studies in the Modern World System.
New York: Academic Press.
Strange, Susan. 1995. "The Defective State,"
Daedalus 24:(2)[spring]: 55-74.
World Bank, World Development Report 1997: The
State in a Changing World. ( New York: Oxford
University Press, 1997)
4ª Sessão - O Estado Nacional
na Economia Globalizada: A Crise Financeira Asiática
como Estudo de Caso.
Quais as lições da crise financeira
asiática para nosso entendimento do papel
do Estado numa economia globalizada? Nesta sessão
focalizamos o caso coreano como “ideal type”
da crise. Vamos defender a tese de que a crise
desembocou na Coréia não como resultado
das falhas do “Estado desenvolvimentista”
mas como o resultado da decisão (por razões
políticas da parte do regime coreano) de
abandonar as práticas “desenvolvimentistas.”
Portanto, se existe uma lição a
ser aprendida neste caso é que a governabilidade
ao nível global precisa de aliados fortes
ao nível do Estado nacional.
Leituras: [* = disponível
através do WEB]
Chang, Ha-Joon and Peter Evans. 2000. “The
Role of Institutions in Economic Change”
paper presented at Conference on “The Other
Canon and Economic Development,” Oslo, Norway,
August 14-15th, 2000. pp. 23-46.
Evans, Peter. 1995. “Repensando a Autonomia
e Parceria” Capítulo 10 do Autonomia
e Parceria [tradução de Embedded
Autonomy: States and Industrial Transformation.
Princeton, NJ: Princeton University Press.]
Wade, Robert. 1999. “Lessons from the Asian
Crisis” Paper for Asian Development Bank
annual meeting, April 30, 1999, panel on “Is
this the end of the Asian model?”
Bibliografia suplementar:
Amsden, A.(1991) “The Specter of Anglo-Saxonization
is Haunting South Korea” in L. Cho and Y.
Kim (eds.), Korea’s Political Economy –
An Institutionalist Perspective, Boulder: Westview
Press.
Amsden, A. and Y. Euh (1990) “Republic of
Korea's financial reform: What are the lessons?”,
Discussion Paper, no. 30, United Nations Conference
on Trade and Development (UNCTAD), Geneva.
Chang, H-J. (2000c). “The Hazard of Moral
Hazard – Untangling the Asian Crisis”,
World Development, vol. 28, no. 4.
Chang, H-J. (1998) “Korea: The Misunderstood
Crisis”, World Development, vol. 26, no.
8.
Chang, H-J., H-J. Park. And C. G. Yoo (1998) “Interpreting
the Korean Crisis: Financial Liberalisation, Industrial
Policy, and Corporate Governance”, Cambridge
Journal of Economics, vol. 22, no. 6.
* Rodrik, D. and Ethan Kaplan. 2001. “Did
Malaysian the Capital Controls Work?” presented
at the Technical Group Meeting of the Group of
24 (Developing Countries) in Washington, DC. April
18, 2001. [www.ksg.harvard.edu/rodrik
]
Stiglitz, Joseph E. 2000. “Capital Market
Liberalization, Economic Growth, and Instability”
Unpublished Ms.
Wade, Robert. 1998. “The Asian Debt and
Development Crisis of 1997- ?: Causes and Consequences,”
World Development 26(8): 1535-1553
5ª Sessão - O Quadro Institucional
Atual I: O FMI (Fundo Monetário Internacional).
O FMI talvez seja a mais poderosa das instituições
de governabilidade econômica global. Explicitamente
não democrático (no sentido de “um
país, um voto”), ele representa o
ideal de governo global do ponto de vista dos
países ricos: Eles têm o poder dentro
desta instituição e, além
disso, o poder desta instituição
é dirigido à disciplina (fiscal)
dos países pobres. Apesar disso, o FMI
se sente sob o ataque dos conservadores nos EUA
(por exemplo no “Meltzer Commission Report”).
Ao mesmo tempo, as políticas do FMI são
fortemente criticadas pelos economistas mais sofisticados
(e.g. Stiglitz) e os resultados dos seus programas
nos países pobres geralmente não
atingem as metas desejadas. Desta forma, o FMI
representa um caso clássico dos problemas
das instituições de governabilidade
econômica global. Economicamente ineficaz
e politicamente vulnerável ele aparece
como um alicerce institucional fraco para um empreendimento
econômico de alcance global. É possível
reconstruí-lo? Ou devemos considerar sua
fraqueza como um reflexo da fraqueza da economia
global?
Leituras: [* = disponível
através do WEB]
*Eichengreen, Barry. 1999. “The International
Monetary Fund in the Wake of the Asian Crisis”
(unpublished ms) http://elsa.berkeley.edu/users/eichengr/melbourne.pdf
*Evans, Peter and Martha Finnemore. 2001. “Organizational
Reform and the expansion of the South’s
Voice at the Fund” (with Martha Finnemore)
presented at the Technical Group Meeting of the
Group of 24 (Developing Countries) in Washington,
DC. April 18, 2001.
[http://ksghome.harvard.edu/~.drodrik.academic.ksg/G24Papers.htm
]
Finnemore, Martha. 2000. “Expertise and
Bureaucratic Power at the International Monetary
Fund.” unpublished manuscript.
Bibliografia suplementar:
Bhagwati, Jagdish, 1998. “The Capital Myth:
The Differences Between Trade in Widgets and Trade
in Dollars,” Foreign Affairs, 77, 7-12.
De Gregorio, Jose, Barry Eichengreen, Takatoshi
Ito, and Charles Wyplosz.. 1999. An Independent
and Accountable IMF. London: CEPR Press.
Eichengreen, Barry. 1999. Toward A New International
Financial Architecture: A Practical Post_Asia
Agenda, IIE Press.
________ . 2000. “Can the Moral Harzard
Caused by IMF Bailouts be reduced,” (Geneva
Reports on the World Economy Special Report #1)
Geneva, Switzerland: International Center for
Monetary and Banking Studies.
Kapur, Devesh. 2000. “Risk and Reward:Agency,
Contracts, and the Expansion of IMF Conditionality”
(Draft prepared for workshop on the Political
Economy of International Monetary and Financial
Institutions)
Killick, Tony. 1995. IMF Programmes in Developing
Countries, London: Routeledge.
U.S. Senate, Committee on Foreign Relations. 2000.
Report of the International Financial Institution
Advisory Commission [Meltzer Report]. Washington,
DC.
6ª Sessão - O Quadro Institucional
Atual II: O Banco Mundial
A missão do Banco Mundial é mais
difusa do que aquela do FMI, consequentemente
é mais difícil exercer uma disciplina
organizacional e ideológica. Todavia, as
forças que determinam políticas
da instituição replicam a dinâmica
do FMI. A regulamentação formal
do poder favorece os países ricos enquanto
as relações informais entre os países
ricos e a gerência do Banco reforçam
a estrutura do poder formal. A grande diferença
é que a missão do Banco –
aliviar a pobreza nos países pobres –
é mais difícil apresentar como empreendimento
“técnico” que não depende
fundamentalmente da colaboração
dos países e grupos sociais locais. O Banco,
então, apresenta tendências a implementar
políticas alternativas mais amplas de desenvolvimento.
Ao mesmo tempo, o capital transnacional tem o
mínimo de interesse nas funções
do Banco (em contraste com o FMI), tornando o
Banco ainda mais vulnerável. Será
que o Banco poderia democratizar-se sem ser extinguido?
Leituras: [* = disponível
através do WEB]
*Wade, Robert. 2001. “The World Bank as
a Necessarily Unforthright Organization”
presented at the Technical Group Meeting of the
Group of 24 (Developing Countries) in Washington,
DC. April 18, 2001.
[ http://ksghome.harvard.edu/~.drodrik.academic.ksg/G24Papers.htm
]
*_______. 2000. Wade, Robert, “US Hegemony
and the World Bank: Stiglitz’s Firing and
Kanbur’s Resignation,”
[http://sociology.berkeley.edu/faculty/evans/index.html
under Sociology 280H] [ final version, New Left
Review, December 2000]
*Woods, Ngaire. 2001. “Making the IMF and
the World Bank more Accountable”
[final version published in International Affairs,
January 2001] [http://users.ox.ac.uk/~ntwoods/]
*Woods, Ngaire. 2000. “The World Bank: Challenges
of Multilateralism and Governance” [ final
version appearing in Chris Gilbert and David Vines,
The World Bank: Policies and Structure. Cambridge:
Cambridge University Press.] [http://users.ox.ac.uk/~ntwoods/]
Bibliografia suplementar:
Fox, Jonathan and David Brown, eds. 1998. The
Struggle for Accountability: the World Bank, NGO's
and Grassroots Movements. Cambridge, MA: MIT Press.
Gilbert, Chris and David Vines. 2000. The World
Bank: Structures and Policies. Cambridge: Cambridge
University Press.
Kapur, Devesh. 2001. “The Common Pool Dilemma
of Global Public Goods: Lessons from the World
Bank’s Net Income and Reserves” Unpublished
Ms.
Kapur, Devesh, John Lewis and Richard Webb. 1997.
The World Bank: It’s first Fifty Years [2
Vols.] Washington, DC: The Brookings Institution
Miller-Adams, Michelle. 1999. The World Bank:
New Agendas in a Changing World. London: Routledge.
7ª Sessão - O Quadro Institucional
Atual III: A Organização Mundial
do Comércio (WTO/OMC)
O novo companheiro dos “gêmeos de
Bretton Woods” tem o potencial de ser o
mais poderoso. O mandato é extremamente
amplo, indicando uma nova expansão de controle
global sobre as políticas anteriormente
consideradas “domésticas.”
Os direitos de propriedade intelectual (TRIPS),
as normas de saúde (e.g. “phyto-sanitary”),
e as normas ambientais são todas consideradas
“relacionadas ao comércio internacional
(trade-related)” e portanto sujeitos ao
domínio da OMC. Essa expansão abriu
também a possibilidade interessante de
reforçar direitos básicos de trabalho
através da OMC, e essa última possibilidade
será o foco de nosso debate.
Leituras: [* = disponível através
do WEB]
*Evans, Peter. 2000. “Economic Governance
Institutions in a Global Political Economy: Implications
for Developing Countries.” paper presented
at the High-Level Round Table at UNCTAD X (Tenth
Session of the United Nations Conference on Trade
and Development) in Bangkok, Thailand, February.
[http://www.unctad-10.org/pdfs/ux_tdxrt1d5.en.pdf]
draft version at [http://sociology.berkeley.edu/faculty/evans/index.html]
[see also Chang & Evans above pp. 47-64]
Howse, Robert and Brian Langille, 2000. The World
Trade Organization and Labor Rights
Paper presented at Conference on “Work and
Social Citizenship in a Global Economy”
University of Wisconsin, Madison, November 10-11,
2000.
Bibliografia suplementar:
Blackhurst, Richard. 1997. “The WTO and
the Global Economy,” in World Economy, 20:527-544.
Krueger, Anne. (ed.) 1998. The WTO as an International
Organization. Chicago, IL: University of Chicago
Press.
Haworth, N. and S. Hughes (1997) “Trade
and International Labor Standards: Issues and
Debates over Social Clause,” The Journal
of Industrial Relations 39(2)[June]: 179-195.
Lee, Eddy, “Globalization and Labor Standards:
a review of issues,” International Labour
Review, Volume 136, Number 2, 1997.
OECD, Trade, Employment and Labor Standards: A
Study of Core Workers' Rights and International
Trade, Paris, 1996.
Palley, T.I., Elizabeth Drake, Thea Lee (1999)
“The Case for Core Labor Standards in the
International Economy: Theory, Evidence, and a
Blueprint for Implementation.” (A Report
submitted to the International Financial Advisory
Commission of the Department of the Treasury)
(AFL-CIO: Washington, DC)
Ruggie, JG. (1994) “At Home Abroad, Abroad
at Home: International Stability and Domestic
Stability in the New World Economy,” Millennium:
Journal of International Studies 24(3):507-526.
Wallach, Lori and Michelle Sforza. 1999. Whose
Trade Organization?: Corporate Globalization and
the Erosion of Democracy. Washington, DC: Public
Citizen.
8ª Sessão - Movimentos para
Outras Formas de Governabilidade Econômica
Global
Considerando o papel tão amplo destas
instituições na construção
das condições de vida dos cidadãos
do mundo, sobretudo nos países do terceiro
mundo, temos que levantar a possibilidade de introduzir
um nível maior de acesso para os grupos
afetados. A maneira mais eficaz de realizar esta
meta seria a verdadeira democratização
dos governos nacionais. No entanto, numa economia
política globalizada vale a pena também
ressaltar a possibilidade de movimentos sociais
transnacionais, que teriam uma voz ativa perante
as instituições de governo global
e, na melhor das hipóteses, uma atuação
positiva no sentido de conseguir aquele caminho
de globalização desejado –
menos desigual, com mais segurança pessoal
e proteção social.
Leituras: [* = disponível
através do WEB]
*Bezudienhout, Andries. 2000. “Towards
Global Social Movement Unionism? Trade Union Responses
to Globalization in South Africa,” Discussion
Paper 115-2000, ILO, International Institute for
Labour Studies, Labour and Society Program. (40pp)
[http://sociology.berkeley.edu/faculty/evans/index.html
under Sociology 280H]
*Evans, Peter. “Fighting Marginalization
with Transnational Networks: Counter-Hegemonic
Globalization” Contemporary Sociology 29(1):230-241
(January, 2000) [draft version at http://sociology.berkeley.edu/faculty/evans/index.html
under Sociology 280H] [see also Chang & Evans
above pp. 65-73]
Keck, Margaret and Kathryn Sikkink, Chapt. 1 “Transnational
Advocacy Networks in International Politics”
(pp. 1-39) and Chapt. 4 “Environmental Advocacy
Networks” (p.121-165) Activists Beyond Borders:
Transnational Advocacy Networks in International
Politics. Cornell University Press, 1998
Bibliografia suplementar:
Alvarez, Sonia E., "Latin American Feminisms
'Go Global': Trends of the 1990s and Challenges
for the New Millennium," Cultures of Politics-Politics
of Culture: Re-visioning Latin American Social
Movements, Alvarez, Dagnino, and Escobar, eds.,
(Boulder, CO: Westview Press) 1998.
Boli, John and George M. Thomas, eds. 1999. Constructing
World Culture: International Nongovernmental Organizations
Since 1875. Stanford University Press.
Gordon & Turner (Eds.). 2000. Transnational
Cooperation Among Labor Unions. Ithaca: Cornell
University Press.
Haas, Peter. 1992. “Banning Clorofluorocarbons:
Epistemic Community Efforts to Protect Stratospheric
Ozone.” International Organization. 46(1)[Winter].
Kabeer, Naila. 1994. Reversed Realities: Gender
Hierarchies in Development Thought. Verso.
Meyer, John, et.al. 1997. “The Structuring
of a World Environmental Regime, 1870-1990,"
International Organization 51(4)[Autumn]:623-651.
*Thayer, Millie. “Transnational Feminism:
Reading Joan Scott in the Brazilian Sertão”
(Ethnography, #4, June 2001).
[http://sociology.berkeley.edu/faculty/evans/index.html]
Wapner, Paul. 1995. "Politics Beyond the
State: Environmental Activism and World Civic
Politics," World Politics 47(3)[April].
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